sábado, 24 de janeiro de 2009

Morbido vazio em um pulso ensanguentado

Querer face-lo nao é poder
A carne dilacerada conta historias
E a noite antipatica ignora meu sangue
Sangue que escore, tentando matar sentimentos!

A cidade maquinalmente em frenezi
Nao se importa com o choro de um ser
As avenidas quentes nao se lamentão
As maquinas nunca param...


A carne sangra
Incompleta
O pranto desinibido vem
Incompleto
Em um ser que é
Incompleto


Na complexidade de um vazio sereno
A cabeça encostada em uma vidraça embasada
Sonhando com uma felicidade
Que nao é sua...

Morbido vazio em um pulso ensanguentado
Ferido,Abatido, Frenetico, Um coração...
Sozinho... Uma Indiferença...
Maldita... Um desejo... Perdido... Uma paixão.

Um sonho
Inalcansavel
Travando Batalhas
Inconsequentes
Sangrando na carne...

Se a dor pude-se fazer esquecer
O alivio viria das gotas de sangue
E as cicatrizes trariam de volta lembranças
Para que começa-se tudo de novo

Morbido vazio em um pulso ensanguentado
Perdido, Esquecido,Insano, O pranto...
Distorcido... Sozinho em um lugar...
Estranho... Minha alma... Gelada...

Um comentário:

William Andreos disse...

gostei do estilo de seus poemas parabéns continue assim.abços